VARAL NO. 9

VARAL ESTENDIDO!

 

Aos amigos do Varal, desejando uma boa Páscoa, chegamos mais cedo com a edição de maio!

As estações representam na natureza de maneira tão bela nossas próprias estações. Somos quentes, desesperados, frios, reservados, coloridos, alegres, desprendidos, chorosos! Nunca somos apenas uma coisa, somos sempre muito e tanto.

Aqui no Varal é o que encontramos, pessoas que se encontram nas várias estações da vida e do coração e que nos trazem a palavra e a imagem como elas são, sem retoques. Pensam, sentem e brindam nossos sentidos com uma emoção difícil de igualar.

No site do Varal também vemos esta diversidade e aproveitamos momentos de puro prazer com o talento das pessoas que participam: Fotografias, pinturas, receitas culinárias, livros, música e muito mais.

E tudo isto é muito bom se pensarmos que o mundo em que vivemos passa, infelizmente, por uma hora dura, onde desgraças, catástrofes e crimes inomináveis fazem parte do cotidiano.

Lemos jornais que nos contam os infortúnios; se ligarmos a televisão lá estará tudo também. Ao nosso redor a dimensão das tristezas é muitas vezes insuportável. É quando vemos faces da natureza do planeta e do homem que gostaríamos de nunca conhecer. Mas que existem.

Diante da mazela que vinga em nossas vidas e pisoteia nossos olhos e corações, o que fazer além de chorar?

Ajudar, com certeza! Porque sem a ajuda de cada um não há como preservar nem o planeta e nem os seres vivos que o habitam, sejam eles cães e gatos abandonados ou crianças tratadas como lixo.

Educar, com certeza! Porque devemos, sempre!, nos lembrar que o governo somos nós e que a educação é responsabilidade máxima da família. É a educação recebida em casa que irá criar raízes e desabrochar em galhos e folhas de humanidade diante da sociedade. Sem a base familiar não há como educar depois. Nem escolas, nem o mundo lá fora poderão substituir a educação primeira que vem do berço.

E, finalmente, fazer arte! Muita arte! Porque é a arte que alivia as dores, que nos permite traduzir as tristezas, canalizar os medos, realçar a bondade e o amor.

Sem a arte, o que seríamos? O que seria dos que sofrem? O que seria da vida?

Façamos arte, amigos! Que a arte ajuda, educa e transforma!

Sejamos simples, sejamos puros em nossa arte: que ela venha do coração, que não seja intelectualizada e não afaste um público que precisa, mais do que nunca, de muitas formas de arte!

Sejamos a arte!

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